7 de dezembro de 2012

Crônicas da Márcia: “Sai Daí, Wanderleivisson”

Pessoal, vamos conferir a crômica desta semana?



Título esquisito? Calma que já vou explicar. Vou começar falando do clima. Mas não estranha porque tem a ver com o assunto. Amo verão, adoro calor e suporto esse inferno climático que estamos enfrentando muito mais do que o frio. No inverno, não consigo fazer nada, só hibernar. Por isso, embora a temperatura esteja de matar, ainda estou animada com a chegada do calor e do fim do ano. É uma época mágica, vocês não acham? E o calor deve estar terrível em todo o Brasil, creio eu, embora o sul do Brasil seja bem extremista quando o assunto é clima. No inverno, congelamos, e no verão, derretemos. Mas tudo bem!
O caso é que com esse calor todo, picolé e sorvete quase viraram refeição aqui em casa. E numa das idas à sorveteria para comprarmos os 30 picolés por 10 pilas, como diz minha filhota, encontramos uma mãe com seu filho. O menino, muito bonitinho por sinal, mas bem traquina, estava fazendo uma bela de uma bagunça na sorveteria, e pulava pelas cadeiras, pelo corrimão do caixa, enfim, estava fazendo a festa. Tanto o dono da sorveteria quanto meu marido, que por incrível que pareça, era o único comprador de picolés que estava na sorveteria no momento, além dessa bela mãe com seu filho, ficaram um tanto impacientes com a bagunça do menino. E em meio a olhares e suspiros, a mãe virou bem séria para o menino e berrou: “Sai daí, Wanderleivisson!”.
A tentativa de conter o riso não poderia ter sido mais forçada. E na mesma hora pensei: isso vai virar crônica. Daí me lembrei de outras ocasiões em que me deparei com nomes um tanto, digamos, peculiares. Aliás, você não acha que essa história de as pessoas dizerem “que nome diferente” é uma maneira muito educada de dizer que o nome é feio ou estranho? Na maioria das vezes, sim. Mas quer saber? Eu gosto de nome “diferentes”, tanto que o nome de minha filha é Kaline e eu acho lindo. E do meu filho, que vai chegar em fevereiro, vai ser Kalel.
Mas voltando ao assunto: alguns dias atrás, nossa amiga Alana postou no Face a latinha da Coca com um nome muuuuuito “diferente”, Hilanilson. 


Alguém conhece um menino com esse nome? Também me lembrei daquele caso que virou manchete nacional de um casal paulistano que colocou o nome do filho de Facebookson. Mas depois descobri que era mentira (veja este link).
De qualquer maneira, embora eu tenha achado engraçado na hora o nome do sapeca da sorveteria, eu acho que é tudo uma questão de costume, você não acha? Afinal, o meu nome é bem meia-boca, só que já está tão comum, que ninguém mais acha esquisito. Qualquer dia desses, quando aparecer outro Wanderleivisson por aí, provavelmente a reação vai ser bem mais natural. Não esquece de dar um pulinho no blog... 


7 comentários:

  1. Mais uma vez adorei suas palavras e até li pro meu marido e ele falou que vc escreve bem, parabéns querida.
    Que onda essa história da sorveteria ahahahahahahaha
    Essa questão de nomes diferentes é polêmica, hoje tem até como a pessoa mudar de nome depois que cresce se for para seu bem. Mas penso que para quem conhece alguém com nome diferente com o tempo até acostuma, mas para quem tem o nome incomum não me parece tão fácil se acostumar então nesse caso a melhor opção seria mesmo mudar o nome.
    Mas enfim parabéns pela escolha do tema da coluna, Bjos!!!!

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    1. Oi, Aline... Muito obrigada! Fico muito feliz que você esteja sempre acompanhando as crônicas por aqui, e gostando dos textos. Também estou sempre acompanhando seu blog, e adoro... Achei o máximo aquele desafio das semanas... vou lá daqui a pouco... Quanto à história dos nomes, acho que foi uma bênção o governo permitir a mudança de nomes mesmo. Eu tenho uma amiga que está correndo para mudar seu nome Gerôncia para Vera... hehe... tem outra com o nome Robvânia, mas ela simplesmente diz pra todos que o nome dela é Vânia... Fazer o que? Boa semana, linda!
      Beijos

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  2. gente mas por nomes esqusitos é ficha pra alguns pais huahauashu
    e olha esse nome na coca cola ahshsahuuh trash

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    1. Sim, ainda há muito nome para inventar, né? hehehehe... Nem percebi que era uma garrafa e não uma latinha de Coca... Beijosss

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  3. Eu acho muito feio nome assim super diferente, mas depois de um tempo convivendo com a pessoa a gente acostuma. O chato é: "eu me chamo wanderleivisson! aí na escola, além da criança sofrer, ninguém sabe como escreve o nome, e fica super chato pra criança. Meu nome é bem simples, e mesmo assim tem gente que cisma de me chamar de Mariana, eu sei, é bem parecido, mas se é irritante para mim, que tem um nome simples, imagina para alguém com nome complicado? o jeito é ficar com raiva da mãe, que colocou um nome tipo wanderleivisson no filho (é isso mesmo o nome? hahah).

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    1. Verdade, Marina! Na escola é pior, e o nome vira uma chaga para a pessoa... hehehe... Mas o seu nome é lindo, sempre gostei. Especialmente porque minha melhor amiga é Marina... não sei como confundem ainda! Olha, se eu escutei bem, é Wanderleivisson mesmo, mas se escutei errado, de uma coisa estou certa, o nome é muuuuito estranho de qualquer jeito... hehehe... Beijosss!

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