21 de maio de 2018

Resenha: A luz que perdemos - Jill Santopolo, Editora Arqueiro

Informações do livro:
Título: A luz que perdemos
Autor:Jill Santopolo
Editora: Arqueiro
Páginas:300



Sinopse: Da lista de mais vendidos do The New York Times, USA Today e Publishers Weekly. Lucy e Gabe se conhecem na faculdade na manhã de 11 de setembro de 2001. No mesmo instante, dois aviões colidem com as Torres Gêmeas. Ao ver as chamas arderem em Nova York, eles decidem que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo. Quando se veem de novo, um ano depois, parece um encontro predestinado. Só que Gabe é enviado ao Oriente Médio como fotojornalista e Lucy decide investir em sua carreira em Nova York. Nos treze anos que se seguem, o caminho dos dois se cruza e se afasta muitas vezes, numa odisseia de sonhos, desejo, ciúme, traição e, acima de tudo, amor. Lucy começa um relacionamento com o lindo e confiável Darren, enquanto Gabe viaja o mundo. Mesmo separados pela distância, eles jamais deixam o coração um do outro. Ao longo dessa jornada emocional, Lucy começa a se fazer perguntas fundamentais sobre destino e livre-arbítrio: será que foi o destino que os uniu? E, agora, é por escolha própria que eles estão separados? A luz que perdemos é um romance impactante sobre o poder do primeiro amor. Uma ode comovente aos sacrifícios que fazemos em nome dos ­nossos sonhos e uma reflexão sobre os extremos que perseguimos em nome do amor.

Resenha: "A luz que perdemos", é bem o tipo de livro que eu amo ler, e que me faz pensar muito a respeito do destino e de nossas próprias escolhas, das pessoas que passam por nossas vidas e por tantas mudanças que o tempo impõe. Tem o estilo de Um dia e Como eu era antes de você mesmo - como a própria capa sugere - mas é mesmo impossível não se lembrar dessas histórias ao fazer a leitura desse enredo.

Os personagens traçaram caminhos diferentes, mas algo os uniu desde o primeiro encontro. É difícil não pensar nas consequências de nossos atos e de como tudo pode mudar em questão de segundos. Lucy e Gabe garantem um tipo de conexão única, mas o leitor consegue entender o porquê de algumas coisas darem certo, e outras não, pelo menos não como o esperado. 

Em primeiro momento, eles se conhecem no dia 11 de setembro, no dia do ataque das torres gêmeas, então há toda uma comoção por tudo que ocorre. Em meio a uma situação caótica, os dois conseguem sentir algo especial, mas que não tende a seguir adiante. E porque não seguiu né? Porque não tiveram a chance para isso? Questionamentos é o que não faltam, reflexões sobre o que a vida reserva...


Gabe não parava em um lugar fixo, enquanto Lucy conseguiu encontrar uma boa pessoa e ter uma família em que se sentisse bem. Porém, ela sabia que não havia como esquecer Gabe, ainda mais porque haviam alguns encontros. Encontros esse que davam a certeza de um sentimento verdadeiro entre eles. Seria teimosia então?  Porque não lutaram por esse amor?

Claro que não vou contar o final, mas quanto a isso eu fiquei decepcionava mesmo. Foi emocionante demais, porém eu não me conformei e esperei algo a mais. Foi triste demais poder compreender a imensidão de certas atitudes. O sentimento deveria ter sido mais trabalhado, sem dúvidas. E é exatamente por isso que o livro não me conquistou por completo.

Já é mesmo de se esperar que seja uma obra profunda e extremamente tocante. Mas confesso que no começo, pensei que seria algo do tipo "mais do mesmo". Mas me enganei e a história me ganhou fácil. A autora possui uma escrita incrível e que reflete muito em cada uma das ações repassadas nesta obra.


Classificação SEL: 4/5


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