8 de julho de 2018

Resenha: Jogador n°1 - Ernest Cline, Editora Leya

Sobre o livro:



Sinopse: Um dos livros mais cultuados da década chega aos cinemas pelas mãos de Steven Spielberg Jogador Nº 1, de Ernest Cline, o livro de ficção científica mais amado e cultuado dos últimos tempos, chega agora aos cinemas numa superprodução dirigida por Steven Spielberg e estrelada por Tye Sheridan e Simon Pegg! Não perca a chance de conhecer todos os detalhes dessa história fantástica. O ano é 2044 e a Terra não é mais a mesma. Fome, guerras e desemprego empurraram a humanidade para um estado de apatia nunca antes visto. Wade Watts é mais um dos que escapa da desanimadora realidade passando horas e horas conectado ao OASIS – uma utopia virtual global que permite aos usuários ser o que quiserem; um lugar onde se pode viver e se apaixonar em qualquer um dos mundos inspirados nos filmes, videogames e cultura pop dos anos 1980. Mas a possibilidade de existir em outra realidade não é o único atrativo do OASIS: o falecido James Halliday, bilionário e criador do jogo, escondeu em algum lugar desse imenso playground uma série de Easter Eggs, e premiará com sua enorme fortuna – e poder – aquele que conseguir desvendá-los. E Wade acabou de encontrar o primeiro.


Resenha: "Jogador n°1" possui o tipo de cenário que me envolve logo nas primeiras páginas. Como queria ver o filme, li o livro antes, até mesmo para fazer as comparações posteriormente. E sobre o filme, realmente é uma super produção, em todos os detalhes.

Ficção científica está entre os meus gêneros favoritos - além da distopia -, então fiquei bem atenta em todos os elementos trabalhados. 

Dessa forma, o leitor se vê no cenário ousado de 2044. Tem muita coisa em jogo (no jogo, rs), então ganhar o jogo significa tudo: tudo mesmo, por assim dizer. Impossível não ficar aflita sobre os acontecimentos e seus determinados momentos de tensão.

O jogo, Oasis, é incrível, de modo a fazer com quem as pessoas se libertem de um mundo de decadências. As coisas se intensificam depois da morte do seu criador, em especial por ele ter deixado um "easter egg", e quem o encontrasse teria a disposição parte da empresa e uma incrível quantia em dinheiro.

Histórias que lidam com jogos de realidade virtual precisam ser bem abrangentes, já que os núcleos precisam ter uma boa conexão entre eles. Nesse caso, o autor acerta em cheio ao explorar as consequências em um estilo mais divertido. 

Aventura e ação são o ponto chave nessas páginas, mesmo porque para o contexto desenvolvido, é algo essencial. E a rivalidade também garante os momentos mais empolgantes, mesmo porque os personagens fazem por merecer.

Apesar da irreverência, o que não faltam são críticas sobre a nossa própria sociedade, e esse é um ponto que o leitor sempre deve esperar num tipo de livro como esse. Ah, espere poder ler muitas referências também.

Classificação SEL: 4/5


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