8 de março de 2013

Crônicas da Márcia: Minha licença maternidade – parte I

Bom dia pessoal, vamos conferir a crônica dessa semana? Não deixem de comentar a sua opinião:



Minha licença maternidade – parte I

Olá! Desculpe as semanas de ausência. Mas vocês lembram que comentei no meu post de estreia que tinha uma menina linda e tagarela chamada Kaline, e que eu estava grávida de um garotinho chamado Kalel? Bom, ele chegou dia 19, bem no dia em que meu marido e eu completamos oito anos de casados. Ele é um anjinho, bem calmo na maior parte do tempo, exceto quando vou trocar as fraldas dele. O rapazinho fica uma ararinha de tão brabo.
Não poderia escolher outro assunto mais apropriado, já que ser mãe é o trabalho que mais amo no mundo. De fato, os dois momentos mais felizes e emocionantes pelos quais já passei nesta minha longa estrada da vida foram os segundos em que escutei o chorinho das duas pessoinhas mais importantes da minha vida. Não tem como explicar a felicidade que senti.



Claro que como quase tudo na vida, a maternidade tem suas dificuldades. Na gravidez, sentimos enjôo, sono, azia, cansaço, dores das pernas e nas costas. Lá pro final, a mulher fica com as pernas e os dedos parecendo umas batatas de tão inchados. Nos primeiros meses depois que o bebê nasce, perdemos um pouco de sono, ficamos musculosas de tanto embalar o nenê, sem contar que, mesmo quando não estamos com ele no colo, balançamos o corpo de um lado para o outro só por hábito.
Quando choram sem parar, não é tão fácil descobrir o que eles têm. Muitas vezes, temos que torcer para que metade da farmácia não vá parar na nossa casa. Porque pode ser azia, cólica, coceira, ou alergia a algum alimento que está passando para o leite materno. Foi o que aconteceu com meu Kalel. Ele está com alergia ao leite de vaca, por isso, entrei na dieta. Nada de leite e derivados por, pelo menos, três meses.
Mas quer saber? Nada disso é tão assustador quanto parece. E você sabe por quê? Porque o amor de mãe é a única coisa que não se pode mensurar. Os obstáculos da maternidade são coisas “nanoscópicas” se comparados com tanta felicidade que os filhos nos trazem, e com o amor gigantesco e inédito que sentimos assim que eles saem do nosso ventre e vêm para nossos braços. Daí, claro, esse amor só vai crescendo a cada dia, e nunca para de crescer. Minha Kaline e meu Kalel são provas disso, e a Deus e a eles sou grata, já que foram eles que possibilitaram eu me sentir tão completa, realizada e feliz...
Você sabe uma das coisas mais mágicas da maternidade? É que não nos lembramos de quase nada negativo à medida que os filhos crescem. Nem das noites de cólica, nem da teimosia, nem do medo da inexperiência. Quem sabe só dos machucados sérios e de alguns sustos que eles nos dão. Mas das caretinhas lindas, das palavrinhas erradas e dos abracinhos gostosos... Esses, sim, são inesquecíveis.
Ah! Também têm as coisas engraçadas. Como o tombinho que a minha pequena levou exatamente no dia em que completava um ano de idade. E o melhor de tudo é que nós conseguimos flagrar o momento. Curte só.


Tirando esse vídeo, vamos combinar que hoje eu fui bastante melosa, né?

Beijinhos e até a próxima =)... Márcia 

4 comentários:

  1. Que lindo!
    Crianças fofas!
    Feliz Dia da Mulher
    Beijos
    Rizia - Livroterapias
    http://livroterapias.blogspot.com.br/

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    1. Obrigada, Rizia... Amo esses meus anjinhos...
      Feliz dia da mulher também...
      Beijão

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  2. AAAAAAAAAAAAW que lindos meu deus, seja forte e feliz dia da mulher mamãe.

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    1. Obrigadinhaa, Kelry... pra vc tbm, um feliz dia da mulher atrasadinho... :)

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