18 de fevereiro de 2014

Resenha: Amor inteiro - @MaribellAzevedo @Editorakalango

Informações do livro:
Título: Amor Inteiro
Amor no Ninho - Livro 02
Ficção Brasileira
Autor: Maribell Azevedo
Editora: Kalango
Páginas: 394


Sinopse: Quando a mente se encontra na escuridão, deixe o coração ser seu guia. O amor de Marina e Daniel foi eclipsado por um trágico acidente. Ela recebeu uma nova oportunidade do destino, porém não se recorda do grande amor de sua vida. Ele está firme no propósito de reconquistá-la. O jovem apaixonado enfrentará todos os desafios que lhe forem impostos, provando através de sua perseverança e dedicação, o sentimento puro e intenso que sente por sua bailarina de longos cabelos cacheados, olhos cor de mel e pele com perfume de baunilha. Marina e Daniel um novo começo, uma nova história.


LEIA A RESENHA DE AMOR NO NINHO



Pode conter spoilers de Amor no ninho.

                                                                                                      

Resenha:Amor Inteiro” de Maribell Azevedo, foi um dos livros mais aguardados desde o término da leitura de Amor no ninho. Finalmente me sinto extasiada ao ter tipo a oportunidade de conhecer tal história e suas dimensões sentimentais. Assim como o primeiro volume este desperta emoções intensas e revela passagens angustiantes, ao mesmo tempo em que se torna perceptivo pelo simples ato de refletir sobre o amor verdadeiro e único. Assim como vários outros leitores, foi muito difícil terminar o primeiro livro e não ter a continuação em mãos – por isso as minhas expectativas estavam em alta.

Marina sofreu um acidente e está hospitalizada. Ela não lembra dos acontecimentos recentes em sua vida, e isso inclui Daniel. Este fica totalmente arrasado já que passou muitos momentos alegres ao lado da amada. Assim em vez de dizer para ela a história completa e toda a loucura de amor que fizeram juntos, de como se apaixonaram e recentemente casaram, ele e a família resolvem, por hora, dizer que Dan é seu irmão adotivo, para que não a surpreendem tanto.

A situação toda é muito complicada, assim como é difícil se imaginar nesse caso. Perceber que o amor de sua vida não lembra de nada é algo muito triste, mas o mais reconfortante é saber que há a chance de poder reconquistá-la novamente. E é o que Dan pretende fazer. Porém em determinado momento, Marina descobre a verdade e sua atitude não é nem um pouco esperada. A moça se sente repreendida e não consegue imaginar-se casada tão nova, ainda mais com seu irmão adotivo. Seus pensamentos são confusos e já não sabe mais o que pensar a respeito do ambiente em que vive, em quem confiar e no que acreditar de fato.

Shanti e Lance reaparecem nas cenas, reforçando os laços antigos de envolvimento, amizade e irreverência adorável. Gosto bastante desse casal e o melhor é que nessa trama é possível entender mais suas opiniões e gestos. Paula é outra personagem que também surge para desestruturar algumas passagens de raiva, intrigas, ciúme e algo mais. Prefiro nem me estender sobre ela para não fazer críticas sobre sua personalidade mesquinha, rs. Agora se for citar sobre alguém essencial e único: eis o vovô John. Foi muito amor por essa personalidade e o jeito como tudo foi se resolvendo aos poucos. A autora conseguiu expressar atos de compreensão com plenitude e agilidade, fazendo com que o texto não ficasse forçado, mas sim dinâmico e leve, apesar de todo o drama e tensão analisados.

Dan é muito paciente e ainda bem que o romance não se perdeu em nenhum momento, apesar de todos os contratempos e isso foi muito relevante. O mais incrível é entender suas ousadias e jogos de sedução. É um enredo que gira em torno da confiança e principalmente do desabrochamento e profundidade dos sentimentos. Não sei realmente se a autora pretende escrever uma nova obra sobre eles, mas independente de tudo acredito que este desfecho foi perfeito e selou todas as dúvidas, armações e medos para os personagens encontrarem, enfim, a felicidade.




“Esperei que ela deitasse e se cobrisse. Apaguei a luz e me sentei na poltrona reclinável que me serviria de cama. Corpo e mente pareciam fervilhar diante das emoções que aquele nosso quase beijo despertou em mim. Fechei os olhos com força, tentando controlar a respiração apressada. O clima de alegre ansiedade parecia substituído por puro magnetismo. Segurei com força os braços da poltrona. Eu precisava me controlar. Ela estava tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Aquilo estava me matando.” Pg.09




Classificação SEL: 5/5

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