26 de abril de 2014

Resenha: Primeiro amor - James Patterson, Emily Raymond @Novo_Conceito

Informações do livro:
Título: Primeiro amor
Um retrato comovente de um verdadeiro amor, que vai tocar o coração de quem tem um primeiro amor todo seu
Título original: First Love
Autor: James Patterson, Emily Raymond
Editora: Novo Conceito
Páginas: 240



Sinopse: Axi Moore é uma garota certinha, estudiosa, bem comportada e boa filha. Mas o que ela mais quer é fugir de tudo isso e deixar para trás as lembranças tristes de um lar despedaçado. A única pessoa em quem ela pode confiar é seu melhor amigo, Robinson. Ele é também o grande amor de sua vida, só que ainda não sabe disso. Quando Axi convida Robinson para fazer uma viagem pelo país, está quebrando as regras pela primeira vez. Uma jornada que parecia prometer apenas diversão e cumplicidade aos poucos transforma a vida dos dois jovens para sempre. De aventureiros, eles se tornam fugitivos. De amigos, se tornam namorados. Cada um deles, em silêncio, sabe que sua primeira viagem pode ser também a última, e Axi precisa aceitar que de certas coisas, como do destino, não há como fugir. Comovente e baseado na própria vida do autor, este livro mostra que, por mais puro e inocente que seja, o primeiro amor pode mudar o resto de nossas vidas.




Resenha: Primeiro amor” reflete pensamentos intensos de jovens que parecem complicados, porém possuem personalidades tão leves e esperançosas, que se destacam justamente por isso. A coragem é o ponto de partida desta trama, que se mostra sensacional a cada aventura narrada e desperta a vontade de conhecer um sentimento tão puro e verdadeiro como o que foi apresentado na história.

Alexandra Moore, ou apenas Axi, é uma garota que sempre foi considerada muito careta, apavorada por certas atitudes que poderiam parecer errado e inibida diante das pessoas ao seu redor. Ela já viveu muitos dramas familiares, mas finalmente teve uma ideia maluca, mas que poderia mudar muita coisa.

Robinson é o melhor amigo de Axi. E ele não me enganou em nenhum momento com seu jeito de quem não está ligando para nada. Porque na verdade ele é o garoto que não consegue demonstrar muito seus sentimentos, mas dá importância para o que de fato é verdadeiro. É engraçado, carismático e muito especial. Ele é carinhosamente apelidado por Axi de “Patife”, enquanto ela é a sua “MC” – Menina Careta. Robinson tem um estilo tão calmo, que faz parecer com que as coisas sejam bem mais simples.

Ela planejou cada detalhe de sua idealização e convidou o amigo para fazer parte disso. Axi decide fugir de casa em busca de novas experiências, para visitar lugares diferentes e principalmente para que os dois possam curtir mais a companhia um do outro. A relação deles é muito característica, e é perceptível o quanto se gostam, mesmo que demorem um pouco para se declarar.

Iniciaram a aventura em cima de uma moto roubada e apesar dos temores de Axi, foi inevitável negar o medo entusiasmado e a emoção de se sentir livre. Axi abandonou suas crenças para viver o presente, sem se importar com nada, mesmo que fosse uma fugitiva, infringindo tantas regras da sociedade. 

Estava feliz, e por enquanto, isso bastava. Os capítulos são curtos e é muito fácil acompanhar a trajetória de viagem deste casal imprudente e ao mesmo tempo inesquecível. Cada lugar tinha uma emoção a ser descoberta e há as descrições básicas, mas ainda assim intensas e sutis, que retocam o poder dessa vivência.

Axi fica cada vez mais apaixonada por Robinson, o que na verdade foi um fator bem inevitável. Passaram por muitas cenas engraçadas, enquanto outras pareciam bem perigosas e cheias de conflito. Axi sempre teve seus receios, mas se deixava levar pelas oportunidades, pela cumplicidade e nos momentos de felicidade.

É um livro delicado, que comprova a relevância de ocasiões inesquecíveis e de como é importante saber aproveitar o tempo com pessoas amadas. Há muitas reviravoltas ao longo da trama que deixam o leitor sem fôlego. Fiquei triste, chocada e logo depois entendi os significados de cada escolha, atitude, diálogo e do próprio destino.



“Ok, posso não estar causando boa impressão ao admitir isso, mas me deixe dizer logo de cara que eu era muito careta, tão certinha que matar as duas últimas aulas do dia (física avançada e inglês avançado) me deixou tão ridícula e loucamente apavorada que chegou a passar pela minha cabeça que aquele plano maluco não valeria a pena.” Pg.05


Classificação SEL: 5/5


2 comentários:

  1. Oi Sel :)

    Confesso que esse livro não chama muito a minha atenção, mas já deu para ver que ele é bom. Beijos!

    http://euvivolendo.blogspot.com.br/

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  2. Sua resenha é ótima, eu adorei esse livro e não sabia como resumir. 👍👍😘😘

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