22 de junho de 2014

Resenha: O visconde que me amava - Julia Quinn @editoraarqueiro

Informações do livro:
Título: O visconde que me amava
Os Bridgertons #2
Título original: The Viscount Who Loved Me 
(Bridgertons #2)
Autor: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 304





Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração. Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.




Leia também:
Os Bridgertons #1 - O Duque e eu - Julia Quinn (Editora Arqueiro)



Resenha:O visconde que me amava” é o segundo volume da Familia Bridgerton, de Julia Quinn. Não sei se foi pelo fato de que ultimamente ando lendo muitos romances históricos, mas me senti bastante envolvida por este título em particular. Claro que “O Duque e eu” também apresenta uma narrativa motivadora.

Agora conhecemos mais a fundo o personagem Anthony Bridgerton e suas diversas características. Ele tem opiniões meio confusas e teme um pouco seu futuro. Seu pai faleceu de um modo meio improvável, mas ainda assim perigoso e seu filho tem a absoluta certeza que morrerá em breve também. Mesmo assim, sua personalidade é bastante destemida, assim como é a teimosia em pessoa. Demora em aceitar os fatos que estão na sua frente e principalmente a sentir emoções que ele acha não serem reais. Sua principal prioridade é se casar para que tenha alguém para deixar seu legado e que sua existência não tenha sido em vão.

Kate Sheffield é obstinada e sensível, apesar de não ser parecida a sua irmã Edwina. Em busca de um casamento, elas acabando entrando no caminho de Anthony, que de inicio parece ter gostado bastante da bela Edwina. O grande problema é que ela só iria enfim se casar se Kate aprovasse a escolhe. E é por esse caminho que as emoções se tornam bem conflitantes. Como depositar confiança em um libertino?

A trama segue o perfil intrigante de um casal que não tinha absolutamente nada em comum, mas que aos poucos relevam ter muitas afinidades e sincronia. Aos poucos e involuntariamente, Anthony começa a admirar Kate por tamanha responsabilidade e afeto por sua família. Em contrapartida, a moça é atenta a cada atitude dele e parece compreendê-lo muito bem.

O amor deles foi se mostrando aos poucos, primeiro em forma de uma improvável amizade – mesmo por trás de tantas brigas e desentendimentos – e depois de acordo com suas escolhas, obstáculos e entendimentos. Claro que houve uma situação um tanto constrangedora, sendo que foi justamente por isso que a situação mudou de foco. O fato é que a autora conseguiu criar episódios ricos de detalhes, cheios de perspectivas, desejos e pretensões variadas.

O melhor é poder conhecer mais sobre cada um destas personalidades. Anthony parece ter uma dupla personalidade, mas no fundo ele só tem medo de demonstrar tudo o que sente. Kate é uma mulher sensacional, forte e responsável. É disposta a tudo para ver a felicidade de sua família. Este livro trabalha bastante com o emocional e os critérios de envolvimentos, sem falar que é muito engraçado acompanhar os diálogos dinâmicos e de fácil entendimento.




"Sentia-se bela. Sentia-se... perfeita. E, bem ali, naquele instante, não tinha como evitar adorar o homem que a fazia sentir-se assim." – Pg. 185



Classificação SEL: 4/5


Um comentário:

  1. Fê sou suspeita para falar como simplesmente amo a escrita da Júlia Quinn e a cada livro que leio dela fico mais viciada. Fico feliz que vc também tenha se envolvido nessa história maravilhosa e em agosto teremos um pouco mais dessa autora nem acredito.

    Leituras, vida e paixões!!!

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