25 de setembro de 2015

Resenha: Dez coisas que aprendi sobre o amor - Sarah Butler @Novo_Conceito

Informações do livro:
Título: Dez coisas que aprendi sobre o amor
Título original: Ten Things I've Learnt About Love
Autor: Sarah Butler
Editora: Novo Conceito
Grupo Editorial Novo Conceito
Páginas: 256





Sinopse: Por quase 30 anos, quando a brisa de Londres torna-se mais quente, Daniel caminha pelas margens do Tâmisa e senta-se em um banco. Entre as mãos, tem uma folha de papel e um envelope em que escreve apenas um nome, sempre o mesmo. Ele lista também algumas coisas: os desejos e o que gostaria de falar para sua filha, que ele nunca conheceu. Alice tem 30 anos e sente-se mais feliz longe de casa, sob um céu estrelado, rodeada pela imensidão do horizonte, em vez de segura entre quatro paredes. Londres está cheia de memórias de sua mãe que se fora muito cedo, deixando-a com uma família que ela não parece fazer parte. Agora, Alice está de volta porque seu pai está morrendo. Ela só pode dar-lhe um último adeus. Alice e Daniel parecem não ter nada em comum, exceto o amor pelas estrelas, cores e mirtilos. Mas, acima de tudo, o hábito de fazer listas de dez coisas que os tornam tristes ou felizes. O amor está em todas as partes desta história. Suas consequências também. Sejam boas ou más. Até que ponto uma mentira pode ser melhor do que a verdade?


Minhas primeiras considerações AQUI



Resenha: Fiquei encantada com a narrativa nostálgica e inquieta de “Dez coisas que aprendi sobre o amor”, de Sarah Butler. Tinha lido os primeiros capítulos e estava muito curiosa para conferir os próximos acontecimentos. Por isso mesmo que, assim que recebi o livro, comecei a lê-lo e me surpreendi ainda mais com a trama simples e ao mesmo tempo tão complexa.

Já tinha feito um post anteriormente (AQUI) sobre minhas primeiras impressões, porém o livro não pode ser descrito com poucas palavras. Na verdade, nem sei como expressar todas as emoções, mas acredito que é mais pelo fato de haver tantos elementos memoráveis em uma obra só, seja por causa das listas, dos encontros, das diferenças ou pela ambientação aconchegante demais em Londres.

Por falar em Londres, a autora faz um excelente trabalho com as descrições desse lugar tão mágico. Quem sonha em conhecê-lo, ou mesmo se já visitou, consegue ter bons entendimentos sobre ele. É como se a atmosfera se tornasse mais fantasiosa, mesmo que seja através de uma narrativa mais bucólica como a de Daniel.

Nessa história, conhecemos o ponto de vista de dois personagens: Alice e Daniel. Ambos não parecem ter muitas coisas em comum, mas aos poucos o leitor percebe todas as conexões que os envolvem. Os dois não sabem bem o que fazer diante de tantas escolhas complicadas, mas aprendem que precisam pensar bem diante das ações listadas individualmente.

O pai de Alice está com câncer e é por isso mesmo que ela retorna para estar ao seu lado. Daniel é um mendigo, e sempre pensa em sua filha. Essas são as problemáticas centrais, apesar de que sempre aparecem novas implicações em suas vidas. E é claro que sobram incertezas de como serão os próximos dias. Afinal de contas, nunca se sabe como será um adeus ou como será um reencontro.
Impossível não se envolver com os dilemas desses dois. Me identifiquei mais com Alice, principalmente por suas listas e pelas sensações de não saber qual seu lugar certo e de não querer mudar as coisas ao seu redor. Ainda assim, devo dizer que Daniel é um personagem incrível, especialmente por ser tão sonhador, apesar de todas as dificuldades que ocorrem.

Classificação SEL: 4/5


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